Siga por E-mail

terça-feira, 26 de julho de 2011

Eu odeio meninos!

Eu odeio meninos, e os meninos me odeiam.
Eu odeio a forma com que os meninos lidam com a vida.
Eu odeio como os meninos se relacionam com o mundo a sua volta, a sua forma de falar, suas gírias ridículas e suas roupas de moleque.
Eu odeio como os meninos são meninos, não sendo homens e simplesmente brincando com seus carrinhos e viajando em revistas de gente estranha pelada.
Eu odeio os meninos, odeio como são repugnantes, inescrupulosos e machistas, odeio como são safados entre si e puritanos com os outros.
Eu odeio os meninos que se acham no direito de se calarem mas vivendo em pensamento a vida que gostariam de ter, odeio como são hipócritas de dizerem o que os outros querem ouvir, mesmo não sendo o que querem dizer.
Odeio os meninos e odeio todo seu mundo de futebol, corridas, brincadeiras idiotas e porcarias à parte.
Odeio em como possuem o mundo todo no meio de suas pernas.
Odeio os meninos, e odeio me incluir em alguns quesitos da sociedade em como me portar como menino, no que dizer e ser.
Meninos nunca sabem o que fazer, nunca sabem o que dizer, nunca sabem de nada, meninos são fracos e covardes. Meninos são influenciáveis...
Batem, arrotam, falam palavrão, são grosseiros, usam da força a sua arma...
Eu odeio meninos, odeio viver entre meninos e odeio mais ainda não conseguir viver sem eles.

sábado, 2 de julho de 2011

O fim do fim.

Tempo, horas, dias, meses, anos... passam e a gente nem percebe.
Me assusto com a correria desse tempo, me dá medo, as vezes não consigo digerir ou me preparar porque o tempo não me dá tempo.
Um ano se passou e parece que foi, sei lá, mês passado.
Um ano é mais do que suficiente para dar fim no que já acabou.
Seria, mas não para mim que tenho mania de pensar demais e falar de menos.
Tudo de errado que eu fiz, todas as palavras que eu evitei e todas que eu não devia ter usado, tudo que eu deixei de correr atrás e tudo o que eu não demonstrei agora me corrói como um cupim na madeira. Casca dura, oco por dentro.
Quando você percebe que o que era pra já estar enterrado ainda te atormenta os sonhos a noite é hora de tomar uma decisão: Viver do fim ou começar um novo começo.
Mas não é questão de escolher, acontece, sinto.
Eu choro por dentro ainda, eu não sei o porque que o fim chegou cedo.
Sem mais explicações foi apenas um ponto final.
Um ano do fim se completa hoje, mas de hoje em diante preciso botar fim ao fim.
Eu prometo.