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terça-feira, 1 de junho de 2010

Dois contra Um

Hoje tentaram me matar duas vezes.
Eu gosto de correr esse risco, eu lutando contra eu mesmo.
Uma incostante batalha diária.
Hoje eu sei que gosto de sentir o doce do amargo e enchergar o que é escuro.
Ao mesmo tempo eu odeio estar parado enquanto corro.
Onde o simples se torna complicado, ali eu estou.
Porque eu tranformo o grama em mato em apenas três passos.
Eu sou dois, eu sou três ou quatro, e eles querem me matar enquanto controlo a situação.
Só perco o controle quando vejo que eu gosto disso.
Eu me arrependo, e o prazer do arrependimento me deixa pleno e satisfeito.

2 comentários:

Mariana Melo disse...

Gente, olha esse Tulio poeta, que absurdo! Rs.. acho digno! A gente tem que colocar as minhocas pra fora, né? Quem sabe elas caem em algum lugar onde possam ser úteis - adubar uns solos, talvez?

Continue, darling.
E me avise quando houverem posts novos. Beijos!

Ratio X disse...

A maior de todas guerras é sempre a luta dos nossos EU's, e as constantes inconstâncias do nosso eu, a luta do querer ser e do querer estar são perfeitas rsrs... mesmo até hoje nunca ter entendido rsrs... mas acho tão "gloss" [algo legal] sentir isso... O bom que você é o poeta do futuro... Fernando Pessoa se dividia, vc se multiplica... pra um publicitario poeta, tambem serias um excelente matematico... [elogio]

Abração

Excelente post